O vídeo nos mostra como a maioria dos professores trabalham os conteúdos das disciplinas nas salas de aula e como as crianças reagem a isso.Muitas delas não entendem o processo, parece que tudo é ensinado de forma repetitiva, desvinculada da realidade da
criança. Ensina- se apenas o uso de uma técnica para se resolver os cálculos e determinadas situações. A
criança muitas vezes não entende, apenas repete, e com isso não tem motivação
para aprender e acabam não gostando da disciplina achando-a chata e difícil. Para
se trabalhar de forma eficaz todas as informações trazidas pelas crianças, deverão ser melhoradas e ampliadas ao alcance delas, neste momento o ensino deve ser sistematizado pelo professor através de atividades que tenham
significado para a criança. Elas devem construir o seu conhecimento e não
apenas executar instruções. O ensino deve ser oferecido de modo a
contribuir para a formação de cidadãos autônomos, capazes de pensar por conta própria,
sabendo resolver problemas do cotidiano. O professor deve trabalhar de forma
concreta usando material manipulativo, no caso da matemática, pode usar a resolução de problemas para
retomar as operações de adição, subtração, multiplicação e divisão, usar jogos,
brincadeiras, material dourado, calculadoras para aperfeiçoar o raciocínio,
deve levar os alunos a compreender o procedimento usual para resolver qualquer problema instigando os alunos a construírem seu próprio conhecimento.
A
escola deve ajudar a criança a organizar melhor as suas informações e
estratégias, bem como proporcionar condições para a aquisição de novos
conhecimento. Repetindo apenas fórmulas como nos exemplos citados
as crianças aprendem apenas a executar instruções e não saberão usar os
conhecimentos adquiridos no seu dia a dia e nem se tornarão autônomos e
independentes. É a partir de
condutas que colocam a criança em contato com o que ela não tem
maturidade suficiente para absorver e fixar como a abstração das operações
matemáticas e a compreensão do código da escrita é que surgem os futuros
sujeitos que repudiam o Português, a Matemática e por assim dizer a escola. É
preciso valorizar o brincar e promover um ensino rico, prazeroso, válido e
altamente formativo.
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